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Médicos tentam estabilizar criança para transferi-la para Teresina

O diretor informou que as vítimas não sofreram grandes queimaduras e que a causa das mortes foi a inalação de fumaça do incêndio.

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O Diretor do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), Daniel Miranda, informou nesta quinta-feira, 20 de outubro, em entrevista ao programa Bom Dia Jogos de pôquer, que a criança sobreviventedoincêndio que atingiu uma residência no bairro Frei Higino, em Parnaíba, segue em estado gravíssimo. 

Segundo ele, desde o momento que as três crianças foram levadas para o hospital,foi montado uma força tarefa com vários profissionais de saúde para tentar salvar a vida das vítimas. “Agora mesmo eu estava conversando com o médico plantonista responsável e a paciente segue em estado gravíssimo no hospital, infelizmente. Desde o primeiro momento quando as três crianças foram levadas para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, todas as equipes possíveis do hospital, as equipes da pediatria, equipes de outras unidades, tentaram socorrer da melhor maneira possível, todos esses profissionais, médicos, enfermeiros fizeram uma força tarefa para tentar fazer o máximo possível para salvar a vida dessas crianças. Infelizmente duas delas não foi possível e a terceira segue lá com a gente ainda em estado grave”, declarou.

Francisca Ayla, de 7 anos (no meio), segue em estado gravíssimo - Foto: Reprodução

Daniel Miranda disse ainda que os profissionais de saúde tem tentado um processo de estabilização para que a pequena Francisca Ayla, de 7 anos, seja transferida para Teresina. “Estamos tentando desde então esse processo para que ela possa ser transferida para a capital, para ter uma assistência mais adequada, porque o HEDA não conta com UTI pediátrica”, pontuou. 

“Ela se encontra sem reflexo neurológico, Os médicos estão acompanhando o tempo inteiro para que a gente possa ter um quadro de melhora que possibilite uma assistência mais adequada ao caso”, acrescentou. 

O diretor informou que as vítimas não sofreram grandes queimaduras e que a causa da morte de Francisco Aylan Ferreira Costa e Maria Eloá Ferreira Costa foi a inalação de fumaça do incêndio. “Dentre todos os relatos que nós ouvimos das equipes médicas é que não haviam grandes acometimentos por queimaduras, então realmente foi absolvição de fumaça do incêndio, fumaça toxica que contribuiu para poder danificar as vias aéreas e isso fez com que essas crianças entrassem no hospital já em parada cardiorrespiratória”, disse. 

“Todos foram tentados reanimação, mas dois não resistiram, a paciente que ainda está conosco reagiu a reanimação, no entanto evoluiu para um quadro grave que se mantém até hoje”, finalizou. 



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