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Sete de setembro deixa de invocar o ódio e volta a celebrar a união, diz Lula

A tônica já está estampada no slogan do evento, que será “Democracia, soberania e união”.

Presidente Lula fala sobre união nas comemorações da Independência do Brasil | Reprodução YouTube
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Em pronunciamento feito em cadeia nacional de rádio e televisão, nesta quarta-feira, 6, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que o 7 de Setembro não será um "dia nem de ódio, nem de medo, e sim de união". O presidente destacou ainda que a comemoração da Independência do Brasil deve lembrar que o País  é "um só". A tônica já está estampada no slogan do evento, que será "Democracia, soberania e união".

"Amanhã não será um dia nem de ódio, nem de medo, e sim de união. O dia de lembrarmos que o Brasil é um só. Que sonhamos os mesmos sonhos. Que podemos ter sotaques diferentes, torcer para times diferentes, seguir religiões diferentes, ter preferência por este ou por aquele candidato, mas que somos uma mesma grande nação, um único e extraordinário povo."

O discurso do presidente repete e evidencia o empenho do Palácio do Planalto em dar uma nova roupagem ao desfile da independência, na capital federal. Nesta primeira celebração de 7 de Setembro do terceiro mandato de Lula, o governo faz esforço para afastar os registros antidemocráticos que foram presenciados nos últimos dois anos e nos atos golpistas de 8 de janeiro. 

A data  comemora a Independência do Brasil, que completará 201 anos neste ano e, de acordo com registros oficiais do Arquivo Histórico do Exército Brasileiro, os desfiles cívico-militares começaram no ano de 1989, a partir da proclamação da República, em 1989. Porém, nos anos de 2021 e 2022, a celebração ganhou contornos que ultrapassaram o caráter oficial.

No ano de de 2021, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) usou o desfile para proferir ataques a autoridades do Poder Judiciário, e estimulou manifestações paralelas convocadas junto a apoiadores exibiram faixas e discursos antidemocráticos, com pedidos de intervenção militar. Em 2022, Bolsonaro, já candidato à reeleição, fez uso das comemorações para pedir votos. O ambiente de polarização e incitação ao golpismo levou, já em 2023, apoiadores do ex-presidente a invadir e depredar as sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Lula também falou sobre a defesa da soberania nacional. "É também defender nossas empresas estratégicas, nossos bancos públicos, nossas riquezas minerais e fortalecer nossa agricultura e nossa indústria. É preservar a Amazônia e os demais biomas. Nossos rios, nosso mar, nossa biodiversidade. É falar de igual para igual com qualquer país, e se fazer ouvir nos principais fóruns internacionais, seja sobre o enfrentamento da crise climática; a busca pela paz na Terra; o combate à fome e às desigualdades ao redor do mundo; e a luta pelo trabalho decente para todos os seres humanos", enfatizou.



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