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Agente da Força Nacional morre baleado após ouvir disparos na porta de casa

A Polícia Militar foi acionada e iniciou uma operação no Complexo do Chapadão com o objetivo de recuperar as armas roubadas

Edmar Felipe Alves dos Santos | Reprodução/Arquivo pessoal
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Um soldado da Força Nacional, identificado como Edmar Felipe Alves dos Santos, de 36 anos, morreu depois de ser baleado na noite desta terça-feira (28), em frente da casa em que morava com um grupo de companheiros, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com informações, ele era natural de Alagoas e estava em serviço no Rio.

Edmar foi surpreendido ao sair pelo portão, armado, após ouvir tiros em uma residência vizinha, localizada na Rua Mário Barbedo. O agressor, identificado como Eduardo Santa Rita Carvalho, de 24 anos, estava em fuga depois de disparar contra sua companheira, e alvejou Edmar na cabeça.

Ele escorregou na calçada ao correr e, segundo relatos, teria fugido em um táxi, refugiando-se na Comunidade da Serrinha. Edmar foi socorrido por seus colegas e levado para o Hospital da Base Aérea do Campo dos Afonsos, em Marechal Hermes, mas não resistiu.

A mulher ferida pelo agressor foi encaminhada para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde foi internada em estado grave.

No mesmo dia, agentes da Força Nacional entraram por engano e tiveram suas armas roubadas no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. As armas foram posteriormente recuperadas por policiais militares do 41ºBPM (Irajá) no início da noite.

Os agentes, pertencentes às polícias de Alagoas e Acre, estavam em uma viatura descaracterizada e, ao seguir as orientações de um aplicativo de navegação, adentraram a Rua Fernando Lobo, sendo abordados por traficantes. Após se identificarem, os criminosos os liberaram, mas não sem antes roubarem duas pistolas calibre 9mm.

A Polícia Militar foi acionada e iniciou uma operação no Complexo do Chapadão com o objetivo de recuperar as armas roubadas.

Os agentes da Força Nacional estão em operação no Rio desde outubro, por determinação do Ministério da Justiça, atuando com cerca de 300 homens e mulheres e 80 viaturas. A operação foi autorizada em resposta ao pedido de apoio do governador Cláudio Castro (PL) diante do aumento da violência no estado.

A orientação da Força Nacional é conduzir operações nas rodovias, em colaboração com a Polícia Rodoviária Federal, com o propósito de impedir a entrada de armas e drogas. Além da presença da Força Nacional, o Rio de Janeiro também conta com uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) das Forças Armadas, de acordo com um decreto assinado pelo presidente Lula em novembro, com validade até maio de 2024. Durante esse período, as Forças Armadas atuarão de forma coordenada com órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional.



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